Abordagem

Modernize sistemas críticos sem reescrever do zero.

Evolua o legado funcional por ciclos, com governança — para reduzir backlog e custo de integração sem criar novo legado.

Quando regras, integrações e decisões de domínio ficam espalhadas, o backlog cresce e cada mudança vira risco. Modernizar parece sempre “começar de novo”, e o core continua ditando o ritmo. A abordagem Thinkwise traz essas decisões para um modelo versionado, como uma base revisável. Ela ajuda a reduzir variação entre camadas e dá base para sustentar mudança com governança. Assim, você concentra esforço no que é específico do seu negócio e cria condições para manter a evolução contínua como rotina.

Arquitetura do modelo vivo Intenção ativa o modelo vivo como núcleo estrutural, enquanto conceitos reutilizáveis, integração por padrão e um sistema que evolui se expandem ao redor. Segurança, governança e padrões orbitam o núcleo. modelo vivo intenção conceitos reutilizáveis integração por padrão sistema que evolui segurança governança padrões

Onde o legado trava a mudança.

Backlog, integrações e atualização de tecnologia competem pelo mesmo orçamento. Isso aparece tanto em sistemas sob medida quanto quando um pacote de gestão (ERP) precisa ser estendido para o que é específico do domínio. O custo cresce quando regras e decisões ficam implícitas, duplicadas e difíceis de auditar — e quando cada mudança exige redescobrir o que realmente manda no sistema.

Fricções reais

Onde o legado prende hoje

Escolha uma fricção para ver o impacto e a saída.

Sinais no dia a dia
  • Regra pequena vira exceção em código.
  • Retrabalho para manter pixels e variações de UI.
  • Integração depende de projeto, fila e retrabalho.
  • Mudança vira risco (regressão) em cada release.

Modelo primeiro

Quando o modelo vira referência, você discute intenção — e não pixels.

  • O modelo versionado vira a referência para decisões e mudanças.
  • Reuso é tratado como disciplina: padrões e componentes, não cópia.
  • Consistência vem de convenções revisáveis ao longo do tempo.
  • Mudança é validada por versão, ajudando a reduzir divergência entre camadas.
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Interface primeiro

Quando a tela vira referência, a mudança vira proteção de detalhes e retrabalho.

  • A tela vira a principal referência para mudança.
  • Detalhes se replicam para fechar casos específicos.
  • A mudança exige coordenação extra para não quebrar regras e contratos implícitos.
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Modelo mental

Por que 4 passos?

Porque modelo primeiro só se sustenta quando a fonte de verdade é o modelo — e não a interface nem regras espalhadas pelo código. A partir daí, padrões e integração entram no fluxo como parte do trabalho normal. Eles deixam de ser um esforço paralelo.

  1. 1

    Capturar intenção

    A intenção fica explícita e as regras param de ficar espalhadas pelo código.

  2. 2

    Modelar

    O conceito vira uma fonte de verdade versionável, que orienta a execução.

  3. 3

    Padronizar

    A consistência vem de padrões, sem congelar a interface como referência rígida.

  4. 4

    Integrar e evoluir

    Integração vira capacidade contínua, sem perder controle da evolução.

Ver o fluxo completo

Como funciona

Como a abordagem se move

Um fluxo repetível ajuda quando modelagem, integração, testes e releases viram rotina. Ele funciona melhor quando governança e operação entram desde o desenho, e não no final.

  1. 1

    Capturar intenção

    Traga conceitos, regras e linguagem do negócio para um artefato revisável e versionável, antes de espalhá-los pelo código. Explicite o que precisa permanecer estável quando o resto mudar.

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  2. 2

    Modelar

    Estruture domínio, fluxos e permissões para que mudanças sejam discutidas como decisão de produto e arquitetura. Trate versionamento e critérios de validação como parte do release.

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  3. 3

    Padronizar

    Defina padrões e governança para reduzir variação acidental entre times. Padrão só sustenta evolução quando vem com revisão, testes e um modo claro de publicar e operar versões.

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  4. 4

    Integrar e evoluir

    Trate integração como disciplina contínua. Desenhe contratos, versionamento e observabilidade, e ajuste o core com rastreabilidade. Integrações críticas ainda exigem telemetria e tratamento de falhas.

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Comece por um recorte real.

Traga seu cenário e seus limites: dados, integrações, identidade, operação e compliance. O primeiro passo é definir um recorte e desenhar como governança, testes e migração entram no ciclo. Só depois faz sentido discutir ferramentas, equipe e próximos passos.

Agendar conversa Enviar e-mail

Sem compromisso: escolha entre agenda ou e-mail direto.

Padrões e segurança

Segurança e padrões como fundação

Integração e evolução só se sustentam quando segurança, governança e padrões fazem parte do desenho e da operação. E testes e rotinas de release evitam que controles virem um remendo no fim.

A plataforma entra como meio de execução: ela ajuda quando a decisão começa por restrições (dados, integrações, identidade, operação) e quando governança e testes fazem parte do fluxo.

Segurança

Controles definidos no desenho e aplicados com consistência na execução; política e operação continuam sendo parte do trabalho.

Padrões

Práticas repetíveis que reduzem variação e retrabalho, sustentadas por revisão e evolução controlada.

Governança

Mudanças com trilha e responsabilidade clara; previsibilidade depende de critérios de aceite, testes e disciplina de publicação.

Conformidade e auditoria

Trilhas e controles no desenho facilitam auditoria; evidências, revisão de acesso e operação continuam sendo responsabilidade do time.

Arquitetura

Padrões podem reduzir reimplementação repetitiva, mas mudanças reais ainda exigem compatibilidade, testes e coordenação com integrações.

Observabilidade

Visibilidade útil quando conectada a um ciclo: instrumentar, observar e ajustar decisões de release e operação.

Próximos caminhos

Próximos passos

Para sair do abstrato, comece pela visão geral da plataforma e pelos modelos de adoção. O restante aprofunda por recortes.